segunda-feira, 28 de abril de 2008

A cegueira do 3° Milênio

Todo sábado parece uma segunda feira qualquer,
Onde todos podem se encontrar,
Fora dos locais da rotina
Nem saio, vagueio, penso
Conserto algo, alheio...
Objetivo acho, miro, acerto,
Uma vez em cheio
Cheio... de aparências...
O coração vale pouco,
No mundo de hoje
Viva o terninho e gravata,
O cabelo curtinho
Boa aparência, cega reverência...
Materialismo, imagem,
Bons sentimentos, bobagem
E assim vamos apodrecendo,
Qual água parada, feito esgoto
Espírito sem trabalho ocioso
O verdadeiro eu precioso
Quem liga???
Alguns bons (poucos)
Que estam por ai aturdidos
Mas algo em que acreditamos
Está dentro de nós,
E não está perdido
Algo de bom... sinto
E em meio às sombras,
Das ruínas da corrupção
No futuro, lixo findo...
No nosso maior propósito,
De evoluir,
Seguimos...

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