quarta-feira, 24 de junho de 2009

Algo de vida

Escrever...
Afora da caridade, nem existe vida...
Com a poesia ainda se respira
Terremotos, maremotos, enchentes,
Desastres de carro, aéreos, ferroviários,
Tudo isso nós causamos,
E escutamos sirenes de polícia, de ambulância,
E sentimos náuseas, de medo, de terror!
E saudades da infância,
De sonhos, magias, magnífica de encantos e inocência,
E o conhecimento de causa e efeito da ciência
Vemos de antemão que o apocalipse começou
O fim dos tempos chegou,
Mas o fim dos tempos da corrupção, do assassinato,
Da injustiça, do mal, da arrogância, da brutalidade,
E muitos poucos se dão conta das ultimas chances,
De herdar a Terra, e não ser exilados há milênios,
Como os irmãos da Capela
Ora, a vida é evolução infinita,
Deus não criou nada para dar errado,
Levar vantagem suja não intimida
Esse é o “esperto” do mundo
Aqui não há pregação de um virtuoso,
De falácias, fanatismo tão pouco!
E a prece vem de encontro à fé,
De encontro com a racionalidade,
Tentando parar de rastejar,
Estacionados na animalidade,
Só as coisas boas deixam saudades,
E a boa nova, não tem novidades.

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