quarta-feira, 22 de julho de 2009

Memórias 1979-2009

Acho que sempre fui medroso,
Mas cheio de fé...
Acho que sempre pensei que a vida fosse magia
E medo constante
Acho que sempre achei a vida boa
E vulgar ao mesmo tempo
Acho que sempre pensei que a vida fosse diversão
E aposentadoria
Acho que sempre pensei que a vida fosse amor de praia
E paixão de pária
Acho que sempre pensei em viver de rock
E tinha certeza que minha vergonha,
Impediria-me disso
Sonhos...
Acho que sempre pensei que a vida fosse sonho
E o pesadelo começou aos 15 anos
De verdade, soube que a vida era mais que isso...
Acho que sempre pensei que escola fosse o colégio (preguiça e certo ódio)
Escola é a Terra
Meu discurso era de caos, de auto destruição depois da humilhação!
Hoje é de revolução pacífica, espiritual, espírita...
Em meio ao um mundo de caos
E os remédios me salvaram, os tratamentos medicamentosos, terapêuticos...
E a terapêutica espiritual, estudo, fé com raciocínio...
Longe de nós o fascínio e a aberração do fanatismo
Insônia, e quem não tem!?; Ou teve!?
Dormir de manhã sem missão noturna,
Encontra-se seus fantasmas de inutilidade
A sabedoria nos diz que, só se tem vida verdadeira...
Sem vaidade, sem orgulho e sem maldade!
E o que nos resta no fim dos tempos chegados,
Da regeneração planetária é amor ao próximo e a caridade...
Eu preciso de caridade, preciso de trabalho profissional, oportunidade!
Porque a vida já me deu tudo de material, família maravilhosa e certa bondade...
Faço o bem que posso, e o resto vem por acréscimo de misericórdia...
O que me falta é manter meus cabelos compridos, (disso não abro mão)...
E conquistar o pão com o suor do rosto
Se ainda assim não conseguir,
Dedico minha vida só ao Evangelho do Mestre,
E a contestação política, escancarando os desatinos dos politiqueiros e não políticos!
Vontade...
Alguém me ajude!?
Vamos juntos com coragem!
O que falta no mundo é desinteresse de remuneração fácil
E acima de tudo VERDADE!!!

quarta-feira, 15 de julho de 2009

À tarde fria depois de noite de insônia

Nem curtia andar no frio
E agora até gosto
Da sensação de solidão
De andar com si próprio
As pessoas passam rápido por você
Como se elas se sentissem sozinhas também
Com seus pensamentos frios ou frios pensamentos
Nem vejo muito amor nas ruas mesmo
Só paixão abusiva, enferma
Que qualquer um de nós sente e ainda tem
Há violência também no inverno
E nosso sangue congela frente aos flagelos
Sei lá ainda pode ter ajuda de alguém...
Não se iluda de poucas pessoas que amamos
Mas nossa melhor ajuda vem de nós mesmos.