sábado, 22 de agosto de 2009

Flertando com a loucura

Há tempos venho flertando com a loucura
Depressão, insônia, pânico, dor, dor e dor...
Há tempos me sinto vazio de frio, de calor...
A linha que separa a harmonia da insanidade é tênue
E o que nos resta é rastejarmos ante o sofrimento sufocante
A prece nos alivia, por momentos de misericórdia triunfante!
E de tempos em tempos vem o mundo das pestes
A leitura edificante, o trabalho que aos poucos cura...
Se vai ao bojo do nosso ser ainda primitivo
Ser sem sentimentos nobres, com sorriso de anemia
E aqueles rostos queridos vêm na nossa mente,
De lembranças dos sorrisos da infância
Que se quedou e ninguém hoje no mundo dá importância
E ao relembrar o tempo que ainda dormíamos na ignorância
Sentimo-nos confusos sem saber onde estamos, e o que era ou é melhor
Já que nos cabe seguir e progredir, com o sofrimento e a dor ao lado,
A nos lembrar que hoje dói, o gosto é amargo,
Amanhã seremos o que fazemos hoje de nós mesmos
Ainda sim, seguimos na trilha sonora que já escutamos por anos...
E sentimos algo familiar, com os sonhos juvenis,
Aquela lembrança de fome intensa de sonhos pueris,
E o que nos resta é fazer, agir, chorar, rir, seguir, evoluir...
E ai sim teremos algo verdadeiro pra rir, a felicidade real...
Tudo de válido, de forma inteira integral, sentir...



Acertos

Tenha sempre um livro em mãos e você ficará livre do ócio e da obsessão.

sábado, 8 de agosto de 2009

Apocalipse do fim dos tempos da iniqüidade

João Evangelista nos falou de tudo que acontece hoje

Há dois mil anos atrás no fim do santo livro

Grandes gafanhotos de aço caindo (aviões)

Já via ele...

Pestes dizimando a humanidade,

Tsunamis, enchentes, desastres da natureza...

Roubos, assassinatos, corrupção,

Desatinos, nós homens celerados!

E a regeneração planetária começou

Exilados grande parte será

E quem perseverar no bem,

A Terra herdará.

O trabalho remunerado e ou voluntário

Livra-nos da marginalidade, da bestialidade,

Do sexo primitivo, do vício, das drogas,

Da obsessão, da ansiedade, da depressão,

Do pânico, da loucura...

E quem passe um minuto de pânico,

Pareceria a eternidade de um instante de inferno

Ora comer poeira nos livra da luxuria,

Da ilusão e de tudo que nos faz pensar que somos “deuses poderosos”

Vemos que a humildade é o melhor remédio pra essas doenças

Afora isso somos débeis incertos do futuro...

Sem acerto, parasita!

E por misericórdia com comida.