segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Frenesi de consciência

Entramos num frenesi
Tomando bebida alcoólica
E por Deus nosso fígado não foi embora
Agora e sempre fomos viciados,
Em refrigerante de cola
Se foi o tempo de mesas de bares
E só no desespero,
Lembramos dos nossos altares
Inchamos de tanta podridão
E esquecemos da mudança de ares
Agora a vida é escolha
Pois já atingimos a maioridade
E nosso julgamento íntimo
É a nossa consciência,
Que nos acusa por qualquer “pequena” maldade
E lá se vai mais uma vítima
Da própria iniqüidade
Fugas de lazeres saudáveis
E agora não sabemos como sorrir,
Somente com o vento
O clima ta seco, ta quente...
E o que sobra é o terror dos ataques
De qualquer lado,
Mundo moderno de merda,
Competitividade e inimizade,
O que falar (...) Pobre, infante...
Humanidade.


Os políticos fizeram leis que se divorciaram da verdade e se casaram com a imoralidade.