sábado, 8 de agosto de 2009

Apocalipse do fim dos tempos da iniqüidade

João Evangelista nos falou de tudo que acontece hoje

Há dois mil anos atrás no fim do santo livro

Grandes gafanhotos de aço caindo (aviões)

Já via ele...

Pestes dizimando a humanidade,

Tsunamis, enchentes, desastres da natureza...

Roubos, assassinatos, corrupção,

Desatinos, nós homens celerados!

E a regeneração planetária começou

Exilados grande parte será

E quem perseverar no bem,

A Terra herdará.

O trabalho remunerado e ou voluntário

Livra-nos da marginalidade, da bestialidade,

Do sexo primitivo, do vício, das drogas,

Da obsessão, da ansiedade, da depressão,

Do pânico, da loucura...

E quem passe um minuto de pânico,

Pareceria a eternidade de um instante de inferno

Ora comer poeira nos livra da luxuria,

Da ilusão e de tudo que nos faz pensar que somos “deuses poderosos”

Vemos que a humildade é o melhor remédio pra essas doenças

Afora isso somos débeis incertos do futuro...

Sem acerto, parasita!

E por misericórdia com comida.