sexta-feira, 4 de junho de 2010

Anomalias do coração

Andamos tristes durante muito tempo
E cansados de depressão
Horrendo, sangrando,
Colhemos espinhos no coração
E no cérebro exausto
Em versos fúnebres e otimistas
Pensamos que tudo que é triste sofre extinção
E hoje escrevemos em forma de desabafo
O que foi o passado
Várias páginas não publicadas,
Jazia tudo esquecido
E agora juntos nós dois sofridos
Em abraço, nos reconhecemos de tempos recuados...
Renascemos em vida sem lembrança perdida
Felizes, com amor, paixão, amizade...
De forma a esquecer tudo o que é doente
E no dia de afeto recíproco,
Relembraremos algo de passado
E o que foi vivido desde então será eterno...
Mesmo dentro do tempo da matéria
Que nada foi morto
Em cinzas, esquecido!
E o nosso amor será companheirismo
Passa-se o tempo,
Que assim seja escrito...