quinta-feira, 26 de agosto de 2010

“Poema desencarnado”

Os poetas não morrem
Tão pouco as poesias
Renovam-se ambos
Em vida mais rítmica
Que na terra,
A mais bela expressão
Só pôde revelar-se em agonia
Agora no além-túmulo
Nas belezas de Deus
“Abrem-se os céus”
Na Glória Divina
Na Bondade eterna
Ó Misericórdia Celeste
Sempre bendita,
Em hora de dor
Sê bem-vinda.