sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Rogamos

Rogamos a Jesus
Não permita
Que a sombra do egoísmo
Tire-nos a presença,
Das nossas crianças
Assim como o céu
Não desiste da companhia
Das estrelas, apesar,
Da poluição que não cessa nunca.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Ser embriagado contemporâneo

Há dias não durmo
Faltou medicamento
Veio a prece em meus pensamentos...
Isso provou que não ficarei louco
Eu ainda luto contra qualquer desejo sexual
Na verdade quero tornar-me assexuado
Sexo primitivo é droga
Li nas faces dos casais,
Cartas de luxúria, ódio, raiva
Somente sexo sem amor
E pouca importância dada às crianças,
Onde nos olhares se contemplam,
A pureza da natureza
E a existência de Deus
A felicidade é um anestésico,
Que compramos na farmácia
Da ajuda ao próximo
Amar uma mulher,
É um conto de fadas da minha infância finda
Beber e fumar,
Foi um momento longo,
De ilusão e idiotia
Tenho noção do infinito
Encarei a lógica da fé raciocinada,
A futura felicidade espiritual
Mas a paz não veio
E quanto mais contemplo um astro,
Vejo que o mundo é enfermo
Evoluímos na ciência
Não falta intelectual na praça
Mas estacionamos nossa alma imortal,
Na base da parca moral
E a vida bonitinha de terninho e gravata
No teatrinho do faz de conta
Numa vida vazia
E totalmente marginal.


segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Pensa ai

Sem vício

Fazer nada é mais o que fazer, do que “cuidar” da vida alheia.


Falta

Se a vida não tem luta, o simples fato de sair da cama é uma luta diária.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

As três mulheres da minha vida [Minha mãe e minhas duas sobrinhas]


Vovó, Bubu, Naty... minha vida paz, alegria... (só pra não dizer que faz tempo que não falo de flores)

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Fiel depositário

Morremos de solidão mesmo abraçados
Morremos de solidão entre beijos e abraços
Morremos de solidão sozinhos ou acompanhados
Porque em verdade não amamos e nem sabemos que somos amados
De minha parte não quero nada com a hipocrisia
Não nasci pra arte de representar em convenções sociais
Não nasci pra vaidade
Mesmo sem saber que estou com a mentira
Nasci pro amor e pra verdade
Nasci pra desencarnar e ser esquecido
Nasci pra depositar o que me foi confiado
Aos cofres do conhecimento do mundo
E talvez por isso seja lembrado...
E minha alma continuará a pensar...
E fazer com que os que a mim me rodearam sigam pensando...
Em forma de filósofo hereditário
E por isso nada nunca estará acabado.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Bom Censo

Entre a justiça e a piedade,
Existe o bom censo,
Para melhor correção do erro.