quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Desdobramento mental

Às vezes acordo e penso:
No sonambulismo d eu mesmo
Onde estão os resultados!?
Não há contas,
Toda ação e pensamento,
Ao Éter foi enviado...
Nada se perdeu
Alguém soube?
Só Deus...
E a humanidade é tão sem fé!
E o frio se torna mais frio,
Que no inverno, só sobrevivem,
As flores do cemitério (...)
Um pequeno poema
Um dos grandes poetas...
Onde as certezas?
O que pensamos, constitui
O duplo etéreo...
E você estava acordado ou dormiu?
Se foi verdade ou mentira,
Se falou ao coração,
O importante é que não mentiu!
E tudo que se passou
E ainda passa
Tudo que se cumpre,
Cumpriu-se...
Qual profeta preferiu?
Vale é fazer de você, o bem...
Que todos eles, os verdadeiros,
A paz futura garantiu...





segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Enfim conhecer-me

Finda-se o tempo de partir
Para aonde o sol apontar
Viver de arte espiritual
Mexer na terra, plantar...
Meu trabalho deve ser minha terapia
Não quero mais nada que seja tóxico,
Incluso pensamentos odiosos
Enfim finda-se o tempo
E o tempo que resta,
Cuidar de um último paciente acamado
De modo a receber” sal-ário” justo
Quero ser feliz plenamente,
Sendo eu, eu sim, 100% eu...
Outrora disse, e agora repito:
Não quero nenhuma burocracia,
Com as futilidades do mundo
Carros, contas em bancos,
Celulares, computadores últimos tipos
Não! Definitivamente não!
Da tecnologia só quero mostrar a minha poesia,
E é só...
Não quero trânsito, buzina, (...)
A natureza nada tem a ver com isso...
Odeio terno, gravata, convenção social,
Não gosto de modas!
Definitivamente nasci só pra ser eu
Sucesso tive só de um pouco menos de dez anos prá cá...
Onde estive o resto do tempo, da minha vida adulta!?
Sendo controlado, obsedado!
A sociedade moderna fede hipocrisia
Dinheiro, poder,
Poder, dinheiro;
Já se faz tempo de eu partir
Para qualquer terra de sol e mar
Entre montanhas de cidade pequena
Somente o sol queimando minha pele permanentemente...
Devolver-me-á a aparência sadia perdida(...)(chega de palidez)
Meu cabelo, o mais comprido possível, com franja talvez;
Deixar a barba crescer, até aonde caber fora do rosto,
As olheiras (atenuar), quase desaparecer...
Todo ou quase todo dia banho e ou olhar o mar...
Viver eu, eu, eu, eu, simplesmente eu, de escrever
E de plantar
Chega de pânico, depressão, angústia, ansiedade!
(isso não pertence a minha essência)...
Queria deixar os barbitúricos
Mas se me controlar,
E eu ficar de pé,
Ah sim prometo amar!!!
Não quero desaparecer,
Quero enfim me “mand-ar”
Viver de ar puro, respirar...
Ver a noite caindo, feliz
Sem ninguém me conhecer
A não ser as plantas,
Que hei de plantar.






quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Promised myself


Minhas promessas
Não se realizam
Por ascender velas,
Deixar de comer, beber,
Ou cumprir penitências
Prometi a mim mesmo
Ainda que estiver morrendo
Ninguém poderá impedir-me
De fazer o bem...
Recompensa?
A felicidade, mesmo
Estando “ainda” perdido por dentro.





quarta-feira, 3 de agosto de 2011

SP----PR----SP....

Parou a chuva, saiu sol, andei pelas ruas do centro de Curitiba, almocei, jantei, mas o frio permanece; e percebi uma coisa, no país de todos nós não importa onde é que estejamos, o Brasil é nosso e não dos políticos!!!volto pra SP na sexta.




segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Anoitece em mim



Estou em Curitiba/PR;

A cidade até que é bonita, mas faz muito frio e não para de chover...

mas faz mais frio em eu de doer...

algumas vezes acontece isso;

essa angústia que dá vontade de sumir

quando a noite anoitece em mim ...