segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Acordando

Hoje acordei da risada, chorei [...].
Fiquei feliz, mas não deu fracassei [...].
Até quando o remorso?
Meus anjos, sou primitivo!
Mas cheio de amor...
Agora chorei, choro;
Não foi de tristeza,
Enxuguei as lágrimas,
E lá fui eu trabalhar...
E de emoção esperei,
Ainda espero alguém de vocês,
Seja qual for eu amo você(s)
Amém.
O casamento é o sepultamento do amor,
É lá que enterramos na rotina, o sentimento.
Pensamos somente em dinheiro,
O universo que existe dentro de nós, esquecemos!
E com os bens que adquirimos juntos,
Não somos felizes,
Tornamo-nos desconfiados, loucos,
De angústia sem a menor alegria [...].
Os filhos nos rodeiam,
Depois nos amam, casam-se...
Afastam-se, e depois de infância infeliz,
Quase em nos ter que nos ver “odeiam”
E caem no mundo,
Sem fé, cheio de vícios,
Os mais perniciosos deles, o casamento(s).
E quem sofre mais, são os filhos,
Que tem meio irmãos com cada pai, com cada mãe [...].
O túmulo do amor é o compromisso,
Que começa com o funeral chamado noivado...
Cadê o amor dos namoros?
Onde o amor da saudade?
E da surpresa dos encontros?
As crianças são puros anjos...
Brincam nos escombros que restou,
Do casamento dos pais...
É ai que acredito que o amor jamais morre,
Há guerra, há fome, há morte,
E as crianças não param de buscar a felicidade,
Na inocência de que tudo é eterno,
Estão certas elas,
Menos o sofrimento!
Este passa, ainda que por escolha nossa,
Perdurem séculos [...]

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

A caminho da evolução...

Parei com festas
Que acabaram com meu coração;
Parei com vícios
Em que me escondera na ilusão;
Passei por dores
Que me salvaram
Da devastação;

Com uma prostituta,
Vivi “uma meia-hora”
Mais verdadeira da minha vida
Enquanto nas festas
Era só falsidade, distração.
Mentiras de noites de verão

O conhecimento e a auto-ajuda
Deram-me um pouco de paz
Que a tanto procurava...
Chega de depressão!

Por isso te digo,
Não casamos, nossa alma casou...
Não moramos juntos nossa alma casou...
Não se sinta só
Nem em sonho casamos
Nem na realidade tratamos
É ponto.
Hei de falar-te o que morreu na garganta
Hei de te mostrar o que escrevi
Não chore, não namore tanto...
Mas o que sou eu pra falar-te tanto?
Sou eu que sonho, e se for do que combinamos,
Herdarei tua companhia
O prazer do teu perfume
E a, meu lado, acabaras as olheiras,
Tuas insones
De tristezas de infância
Pobre de carinho
E se temos gente em comum
Já sabe faz tempo,
O que nem preciso falar-te
Mas precisas ouvir,
Eu te amo...

O mundo é novo
E o próprio já iniciou
Fora a violência,
O ultimato da própria consciência
Fique aqui, na nova era...
Ou retorne à selva (...).

Eu já senti tanta raiva, tanto ódio!
Eu já senti tanta dor, tanto vazio!
Eu já fui bonito, acreditem ou não!
Eu já quis me matar, eu já quis viver tanto...
Eu já tive medo, determinação...
E hoje sei que, tudo fui eu mesmo,
Com auxílio de terceiros,
Na sintonia da harmonia,
Ou de paixões de desejos!
E a desilusão passou...
E hoje sei que...

O Espírito é Luz,
E o materialista ainda rasteja na Terra
Você quer paz?
Mas será que aceita o perdão?
Ilumine seu caminho na fé,
Mas não esqueça da razão...
Você que em flashes vive na minha memória infante
Encontrei-te mulher depois,
Pra dizer o que foi em que ano...
Não sei desde quando
Eu te amo...

Guns N' Roses - Welcome To The Jungle (Ritz 88)




Só com rock `n roll pra espantar essa aberração de funk de m...