terça-feira, 22 de maio de 2012

Por hora estranho mentes

Por hora Morri Porque jamais voltei a ter boa aparência E desde então sobrevivo De lampejos de vida notória Ando escondido, Atrás de quem aparece E se passa por mim, Há 18 anos Sem vida, simplória [...] E o que me manteve vivo, Todos esses anos, Foram as insignificantes glórias, Mas foram, são e serão por hora, Satisfatórias... Estranho Estranho Estranho eu Estranho o que fui Estranho quem sou eu Estranho quem se foi Estranho a todos Estranho Estranho as trevas Estranho a luz Estranho ainda sou(l) Estranho sou eu Estranho minha cruz Estranho os medos Estranhos às vidas Estranho o que estraga Estranho a batalha Estranho a guerra Estranho a paz Estranho a vida Estranho o mundo Estranho o que jaz Estranho, nada mais estranho, Ainda sou capaz, Capaz de estranhar. Mentes Nossas mentes não se tornaram criminosas, Pelo que descobriram E nos conhecemos “há tão poucos séculos” Pra dizer eu te amo... E de resto somos imortais... Graças ao amor... E tudo perde o sentido com o ódio E cegos tateamos armas no calor do escuro E surdos ouvimos só as vozes de assassinos, Que ainda sobrevivem em todos nós [...] Acabou tudo Menos a fé e o amor E se sobrou algo, Não foi terror Vou além, Quero amar ninguém ao certo Desprezo à dor, Ainda que ela insista Em sufocar a coragem de amar, No mundo moderno, Corajoso amor, Sentimento indolor...

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