quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Escrever

Nunca falei de forma toda

Apesar de ser muito franco

Covarde foi os que me viram e riram

Quase ninguém conheceu o amor na Terra

E depois da passagem de alguém próximo,

É que choramos de saudade

Barulhento silêncio que nos torna débeis

Noite tumultuada de embriaguez e drogas

Polícia, sangue, morte, ilusão.

Corremos pro nada,

Sonhamos com tudo

E na realidade somos dor,

De expressão

A arte e a poesia nos vingam

E embora o espelho não nos queira bem,

O que botamos pra fora é o que mais nos orgulhamos

E o amor é eterno

A vida é eterna

E o que levamos

É a nossa arte e poesia

Que descobrimos ter,

Pós túmulo

E na terra se finca

Saudades...

Ah então é isso!?

Essa coisa que dói e não tem tradução

Chamada saudade, que chamávamos,

Todo tempo de amor!?

Sim, e a até a ciência é analfabeta,

Quanto a isso tudo...

Triste é acabar,

Lindo é evoluir pra poder amar,

Até sempre, meu eterno sonho,

De mais escrever, do que falar...

Leia e me conhecerá...