terça-feira, 13 de novembro de 2012

Ilusões dos detratores


Você prefere ser o detrator dos Santos
Em nome de Mamon
Que acredita ser deus de verdade
Você parece preferir ser cego,
Ao ver a lógica
Você prefere as suas orações decoradas,
Desbotadas pelo tempo dos charlatães
Ao se reformar intimamente
Você prefere os templos de ouro,
As ofertas, a quem se ilude e te ilude
Ao sair na chuva fria,
Para dar um sorriso ao um irmão de rua
Você prefere inventar coisas já inventadas
E fora de lógica
A contribuir e dar as mãos a quem não pensa como você
Você prefere os rituais,
Do que a prece sincera
Você prefere a tradição,
Do que a convicção
Você prefere os falsos profetas,
E os bezerros de ouro
Do que a caridade ao semelhante
Enfim você quer continuar a ser o morto
Enterrando seus mortos
Você quer lavar o corpo
E não tentar purificar o Espírito
Há milênios você dorme e fali,
E nem por isso Deus desiste de você...
Você volta e renasce
Quanta vez necessite
Até que a dor te lembre,
Que tudo o que viu era ilusão
E ao seu lado tudo foi sempre amor,
E de tão cego pelo egoísmo
Viveu e morreu o mesmo
Um ser miserável.
Até sempre,
Ninguém morre,
Todos crescem, vivem
Pra sempre,
Isso é o esquecimento da vida ruim
À volta, e a coroação.
Não sei se chamo, de felicidade verdadeira
Saber que existe o amor
Na Eternidade...
Ou se felicidade é saber que ninguém está,
Condenado ao sofrimento eterno da erraticidade
Ressurreição da matéria podre é quimera
Até porque sobraram somente os ossos
Viva de novo a vida em outro corpo,
Sendo o mesmo Espírito,
Viva a redenção
Viva a vida verdadeira
Por etapas
Depurando sua alma
Através da Reencarnação...