quinta-feira, 18 de julho de 2013

Estrada das lágrimas

Estrada das lágrimas
Estrada das lágrimas amargas
Em meio às matas sagradas
Morre aos poucos sonhos consumidos
Noites que foram de sonhos lindos
Sonhos de um mundo melhor
Sonhos de paz e justiça
Morre aos poucos meus amigos
Parte com eles algo de mim
Parte com eles tudo vivido por nós
Vive comigo, a angústia deles.
Sofre com eles, seus amigos.
Sofre com eles, seus irmãos.
Morre pra nós uma voz
Fica pra nós, o silêncio.
Participamos todos nós do sofrimento
Em vez de morrer, vem o autocídio.
Em vez de viver feliz, foge o raciocínio.
E nós com a prece sufocada por lágrimas
Merecemos tudo isso
Morre e vive dentro de nós todos
E escrever isso, é como cantar no deserto...
É apenas pra não ficar louco
Com o que fomos há pouco tempo
A adolescência morreu
Os sonhos foram juntos
Vão os que preferiram à morte,
Sofrem os que lutam por melhor sorte
E mesmo o mundo com sua natureza linda
Quem o contempla é o moribundo
É louco que teve tudo
É quem vai embora miserável sem rumo
E eu choro por todos, por tudo...


sexta-feira, 28 de junho de 2013

Pra baixo e pro alto

Vivendo num deserto, de verdades
Um furacão fugindo do controle
E quase todos em férias permanentes
Sinto a dor da revolução
Sinto o sorriso irônico dos bobalhões
Sem fumo, sem álcool, sem drogas
Sem nada que me aliene
Cosplays de Che Guevara com smartphones, tomando todynho
Lutando por um país mais justo?
Ou por ideologias capengas?
Lutando contra a corrupção?
Ou deixando esse ódio em tudo?
Nas pessoas e em objetos inanimados, nossa frustração
Nisso sobrevivo e minha revolução é nas idéias do alto
Não me vendo, nem pro rico, nem pro barato
Aqui me despeço,
Vou embora, comemorar o que deu certo
E no que permanece errado,
É o reflexo do dia a dia,
Refletido no espelho despedaçado
Na lei de causa e efeito de todos nós,
Não só dos desgraçados.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

19 anos para sempre

19 anos para sempre
E o pesadelo nunca tem fim
Noites adentro, com mitos.
Vai e volta dessa vida sem títulos
Os merecimentos estão escondidos
Na alegria discreta do meu coração
E ninguém sabe até onde fui
E que nunca mais voltarei atrás
A lembrança dói feito fel
Em pensamentos de liberdade, felicidade,
E outros anos depois purulentos sem céu
O relógio já passa das 22:00 horas...
E o que posso fazer pra ser gentil com o mundo?
Obrigado passa rápido...
Sobraram poucas árvores que embelezaram
Os olhos da minha infância,
As casas antigas foram derrubadas
E onde estão as memórias do nosso chão infante?
E se não fosse pelas minhas filhas do coração,
Nada mais faria sentido estar aqui na Terra...
Mas irei, e voltarei compulsoriamente,
Se não for feliz, perdoando.
E agindo, ajudando.
E talvez não fugindo,
Não do destino,
Mas do amor a todos...
Dentro da alma,
Dentro do que sinto,
Dentro do que sou
Dentro do Espírito,
Pouco me importa,
As medalhas do corpo físico!

terça-feira, 14 de maio de 2013

Resgate de Coração


Em noite fria de outono
Meu coração foi alvejado por tiros
Não sangrou, já tinha esvaído todo sangue antes
Entrou o gelo da noite dentro das frias artérias de vento
A noite em que em transe de quase violência quase desapareci
Queria muito, apenas isto desaparecer...
Ora meus semelhantes ainda são julgados,
Por falta de beleza... e eu?
O que sou além de uma morada de tudo que já se foi!?
A humanidade choca-se com que faz!!!
Nenhum de nós possui nada,
Há não ser a falta de paciência e tolerância
E todos se acham virtuosos por ser honestos,
Por cumprir pura obrigação supérflua...
Ora, você ora?
Ora pra ter dinheiro!!!
E eu que sofri todos os sofrimentos espirituais,
Nunca me gabei, por me anular
E me arruinar pela poesia!
E por quem amo!
Mesmo de gelo o coração dói,
O cérebro pensa,
A humanidade unisse pelo lucro
E o que resta de todo resgate,
É o pesadelo!
Encarnações compulsórias
E revolta de ser feio,
E não enxergar o que te faz feliz
A vida, o amor ao próximo, enfim
Até mesmo a dor que ensina,
 A natureza, a luz do conhecimento que ilumina
Junto com amor que se transforma em sabedoria.


terça-feira, 23 de abril de 2013

Galileu Galilei-Espírito

“O homem sábio teve a feliz audácia de desenvolver as suas leituras edificantes e delas extrair o bom ensino de que o remédio certeiro contra a invasão das sombras da imperfeição e da enfermidade “[...] Galileu Galilei-Espírito


"O homem culto se torna sábio quando a grandeza do amor invade o seu coração".
Galileu Galilei-Espírito

segunda-feira, 8 de abril de 2013

O mundo é um lixo reciclável, pela reencarnação!

quinta-feira, 28 de março de 2013

A corrupção foi a forma equivocada de construir a civilização.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013