quinta-feira, 2 de abril de 2015

Plágio de retalhos

 A natureza cobra, o desequilíbrio, é necessário, respeitá-la, trabalhar em sua harmonia, não haverá como agitá-la. Todos estamos vivos, até mesmo no silêncio de uma foto, há um coração que ama, com ou sem martírio... Os livros são vacinas para alma. E o que é, o amor que nunca ama? Burocratas da reencarnação, são os laços co-sanguíneos, convivendo com amigos/inimigos, que unem-se sem afeto, sem domínio, tentando o perdão... Tudo isso é o cinza de uma guerra, ou cores berrantes da paixão? Ombreando, em várias vidas, amor ou ódio na partida?! Traz a saudade o coração... E quem foi, ainda existe, e quem ficou, chora, resiste... A prova da separação. Na sombra ou na luz, quando dormimos, o ensaio da partida, quando nos amamos, estamos juntos. A saudade de um abraço, vem a tona em soluços, da vida eterna, gratidão...